A gente entende de seguros. Principalmente na hora do sinistro.
Duas apólices do mesmo produto, na mesma seguradora, custam praticamente o mesmo. A diferença real entre contratar direto e contratar com uma corretora aparece meses depois — no dia do sinistro.
É comum achar que o papel de uma corretora é "conseguir um desconto". Não é bem assim. O preço de um seguro é calculado pela seguradora com base em risco — e tende a ser o mesmo, contratado direto ou por meio de um corretor. O que muda não é o preço. É o que acontece depois que você assina.
Onde a diferença aparece de verdade
Uma apólice de seguro é, na prática, um contrato cheio de condições: coberturas contratadas, coberturas adicionais, franquias, carências, exclusões. A seguradora paga exatamente o que está escrito ali — nem mais, nem menos. O trabalho de uma corretora é garantir que o que você precisa esteja escrito na apólice antes de você precisar dele, e ajudar a conduzir o processo quando o sinistro acontece.
Na prática, isso significa: entender o seu perfil de risco antes de indicar uma cobertura, explicar o que fica de fora (porque sempre fica algo de fora), e acompanhar você durante a regulação do sinistro — que costuma ser a parte mais estressante de todo o processo.
Como funciona contratar um seguro com a Mavin
O processo começa com uma cotação: você preenche os dados do que quer proteger — um carro, uma casa, um consultório — e vê os preços disponíveis no mercado. É rápido e sem burocracia. A partir daí, um corretor da Mavin entra em contato para esclarecer dúvidas, ajustar coberturas ao seu caso e finalizar a contratação com você. A contratação não é autosserviço: existe sempre alguém do outro lado conferindo se a apólice que está sendo emitida faz sentido para a sua situação.
O que perguntar antes de contratar qualquer seguro
- O que exatamente está coberto — e o que está explicitamente excluído da apólice.
- Quais coberturas são adicionais — em muitos produtos, riscos como vendaval, granizo e alagamento não vêm por padrão e precisam ser contratados à parte.
- Qual é a franquia em cada tipo de sinistro, e se ela muda conforme a causa do dano.
- Quais são as carências — períodos em que determinadas coberturas ainda não estão ativas.
- Quem você aciona no momento do sinistro, e quanto tempo leva cada etapa do processo.
Coberturas, limites, franquias e aceitação são sempre definidos pela seguradora — o papel da corretora é ajudar você a escolher entre as opções disponíveis e a usar a apólice quando for preciso, não garantir resultados que não dependem dela.